sábado, 7 de outubro de 2017

Tudo passa

Photo by Paulo Cheng
O tic tac do relógio temporal é inclemente, a cada tic, subtrai uma fatia do tempo, e a cada tac, suprime os nossos escassos momentos vitais. A finitude da vida é implacável, não privilegia uns em detrimento de outros, todos estão debaixo da inexorabilidade da brevidade da vida, o tempo, como senhor supremo, norteia os nossos passos, direciona as nossas sendas, e mitiga as nossas ações. Somos subservientes deste senhor chamado tempo, escravos de sua volição, e vassalos dos seus caprichos.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Amazônia: o pulmão do mundo agoniza!

Photo by Paulo Cheng 
Desde a minha tenra idade, escutei a esmo que a Amazônia era o pulmão do mundo, com sua diversidade biológica, terrestre e aquática, sua fauna e flora complexas, e suas belezas naturais deslumbrantes, um lugar único e sui generis, com suas riquezas minerais e sua abundância em água potável, sim, o pulmão do mundo, catalizador climático mundial, não obstante sua fama de órgão mantenedor da respiração do grande corpo que é o planeta, a respiração límpida está cada vez mais ofegante, e o ar, cada vez mais poluído, o pulmão do mundo agoniza.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Presídios brasileiros: um depósito humano de foras-da-lei

Photo by Paulo Cheng
Dentre os inúmeros conflitos que incidem sobre as sociedades modernas, a violência é uma das mais delicadas problemáticas que desestruturam os alicerces sociais, visto que, com o recrudescimento constante dos índices de violência, somado à ineficácia do sistema prisional que, ao invés de ressocializar o detento, o torna mais nocivo em seu retorno ao convívio da sociedade.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Urubus, carniças e o retrato de uma geração canibalesca

Photo by Paulo Cheng 
O ser humano possui características nobilíssimas, consegue exalar amabilidade, gentileza, altruísmo e solidariedade, assim como consegue construir histórias deslumbrantes baseadas no amor e na benquerença, não obstante, há um lado negro, obscuro dentro de nós que aflora à medida no qual nos alimentamos de coisas em estado de putrefação, e nessas horas brotam em nós o nosso lado sombrio, e nos tornamos como aves de rapina.